olá, há tanto tempo que não escrevia, e tenho tanto para dizer.
mas hoje apenas quero falar de algo que me perturba, é uma pergunta, uma pergunta retórica.
‘é possivel sentirmos falta do que ainda não existiu?’
pois bem sinto-me confusa em relação a esta pergunta, visto que se não existiu como posso eu sentir falta de ... mas eu sinto falta de algo que quero que venha a existir, ou seja, eu tenho necessidade que algo aconteça ...
mas hoje apenas quero falar de algo que me perturba, é uma pergunta, uma pergunta retórica.
‘é possivel sentirmos falta do que ainda não existiu?’
pois bem sinto-me confusa em relação a esta pergunta, visto que se não existiu como posso eu sentir falta de ... mas eu sinto falta de algo que quero que venha a existir, ou seja, eu tenho necessidade que algo aconteça ...
é confuso certo? Eu também sinto isso. Mas eu tenho saudades de alguém, alguém que nem sequer conheço verdadeiramente, mas de quem gosto, alguém que nem sei ao certo caracterizar, mas é esse alguém em quem penso, esse alguém com quem sonho e me faz acordar com um sorriso, é esse alguém que admiro e que desejo ter. É ele. É ele quem quero, é ele quem caracterizo como ideal. É ele que me faz rir enquanto estou sozinha. É por ele que quero adormecer, pois sei que nessas horas o irei ver, o irei ter. É ele que me dá a mão, por mais irreal que seja. É por ele que eu percorreria meio mundo. Sei que enquanto durmo ele é real. Sei que enquanto sonho ele é meu. Mas penso que é apenas isso - um sonho – e por mais real que pareça quando abro os olhos já não existe. E no fundo «ele» é apenas um conjunto de caraterísticas que admiro juntas num só. E são essas qualidades e até defeitos que o tornam ideal. O meu ideal.